O peeling químico é uma técnica muito eficaz para tratar várias condições da pele. Ele é aplicado sobre a pele, que vai descamar e esta descamação é seguida de regeneração. Além da “troca” de pele, dependendo do nível, o peeling pode estimular a derme para a produção de um novo colágeno.

Os peelings podem ser superficiais, médios, profundos ou combinados. O período necessário para que a pele descame e se recupere varia de acordo com o nível do peeling que foi realizado. Normalmente, o peeling químico é usado para tratar o envelhecimento da pele ou o dano causado pelo sol. Dessa maneira, várias alterações como rugas, manchas, alguns tipos de ceratoses, flacidez e cicatrizes, podem ser efetivamente tratadas.

Melhores candidatos ao peeling químico

Os melhores resultados ocorrem nos pacientes que apresentam um dano significativo na superfície da pele (rugas, flacidez, manchas, cicatrizes ).

Na avaliação sobre a possibilidade de realizarmos um peeling, a cor da pele deve ser levada em consideração, já que alguns peelings são restritos a peles claras.

Evolução após o peeling químico

Os peelings superficiais e médios são procedimentos simples e feitos em consultório. Durante a aplicação, o paciente pode sentir uma sensação de ardor transitória. Geralmente este ardor é de pequena ou média intensidade, não existindo necessidade de anestesia.

Após a realização do peeling, a pele pode apresentar um aspecto avermelhado, seguido por um escurecimento e ressecamento, quando se inicia o processo de descamação.

A descamação dura em média três dias, mas esse tempo pode variar.

A rotina social e laboral do paciente pode ser mantida, mas é preciso saber que as alterações descritas acima irão ocorrer. Por isso, não se deve fazer peeling nos dias que antecedem, por exemplo, a um evento social.

O paciente recebe orientações do que usar e do que não usar no pós-peeling, assim como os cuidados de manutenção após a descamação.